NESsT, em parceria com o IEB e o CEPF, está lançando o projeto “Raízes do Cerrado: Fortalecendo a Sustentabilidade e o Impacto das Empresas da Sociobioeconomia para a Conservação”, com o objetivo de fortalecer a sociobioeconomia como um caminho para a conservação do Cerrado, um dos biomas com maior biodiversidade do mundo.
Parcerias para um impacto duradouro: reflexões do Encontro de Parceiros de Empreendedorismo IKEA
Do lixo à oportunidade: como Plastic Corporation criando empregos e reduzindo a poluição por meio da reciclagem de plásticos agrícolas
Depois de superar um dos períodos mais desafiadores de sua história, Plastic Corporation fortalecida com um modelo de economia circular que beneficia tanto os produtores agrícolas quanto as empresas de reciclagem e as comunidades locais. Descubra como essa empresa social peruana está transformando resíduos plásticos agrícolas em empregos dignos, novas oportunidades de renda e impacto ambiental positivo.
A Empanacombi conclui sua participação no NESsT e está pronta para ampliar seu impacto
Após cinco anos no programa NESsT America Accelerator, a Empanacombi conclui sua participação no NESsT com um modelo de negócios mais sólido, fontes de receita diversificadas e um impacto social cada vez maior. Descubra como a empresa transformou desafios em oportunidades, ao mesmo tempo em que promoveu o emprego inclusivo para pessoas com deficiência no Peru.
Empresas lideradas por indígenas: as sementes de uma economia amazônica sustentável
A Incubadora Regional Indígena da Amazônia é um programa-piloto que fortalece empreendimentos liderados por indígenas que promovem o bem-estar social e a conservação dos territórios amazônicos. Isso é feito por meio de um modelo inovador de governança e incubação liderado diretamente por organizações indígenas.
Da Amazônia ao BAS 2026: Empreendedores que moldam a sociobioeconomia
NESsT da Cúpula da Bioeconomia da Amazônia (BAS) 2026, realizada de 12 a 14 de maio em Belém, no Pará, Brasil, reunindo líderes das empresas de seu portfólio em debates sobre desenvolvimento com raízes locais, financiamento, restauração, cadeias de valor sociobiodiversas e o futuro da sociobioeconomia amazônica.
Por que o empreendedorismo inclusivo é importante neste Dia do Orgulho
O Dia Internacional do Orgulho é um momento de visibilidade e celebração, além de servir como um lembrete de que, em alguns contextos, a dignidade e a inclusão ainda não são garantidas no dia a dia, inclusive no ambiente de trabalho. Neste blog, analisamos por que o empreendedorismo inclusivo é importante para a construção de mercados de trabalho mais justos e por que apoiar pequenas empresas e negócios em crescimento é essencial para ampliar o acesso ao trabalho digno e fortalecer culturas organizacionais mais inclusivas.
Reconstruindo a segurança e o sentimento de pertencimento: como a FLP está apoiando famílias que enfrentam o deslocamento no oeste da Polônia
Neste Dia Mundial dos Refugiados de 2026, conversamos com Ruslan Syvoplias, o empreendedor ucraniano por trás do Future Leaders Project (FLP). Com base na própria experiência de migração de Ruslan, o FLP oferece um modelo mais inclusivo de educação infantil para famílias em situação de deslocamento. Neste blog, conheça a trajetória de Ruslan na criação do FLP, saiba por que a educação infantil é importante para crianças refugiadas e como — com o apoio NESsT— ele está fortalecendo esse modelo para alcançar mais famílias que estão reconstruindo suas vidas na Polônia.
Dia Mundial do Meio Ambiente: Como a iniciativa liderada por indígenas Ruku Kawsay está conservando a biodiversidade e criando meios de subsistência sustentáveis por meio do chakra amazônico
As empresas lideradas por indígenas na Amazônia estão criando meios de subsistência de forma a preservar as florestas, valendo-se de conhecimentos que há gerações orientam a vida em harmonia com a natureza. Na Amazônia equatoriana, a organização Ruku Kawsay, liderada pelos Kichwa, é apenas um exemplo de como isso funciona na prática, garantindo meios de subsistência mais sólidos e a preservação da floresta por meio do sistema agrícola tradicional amazônico conhecido como “chakra”.





